A Bolsa de Hong Kong registou hoje, a 8 de julho, a maior queda desde novembro de 2008, ao afundar de 5,8% para os 23.516,56 pontos.

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Dos seus 50 títulos apenas uma cotada encerrou em alta.

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O mercado entrou em queda, pois grande parte das ordens de compra de 2015 eram feitas através do sistema de negociação em margem, que permite aos investidores depositar junto das corretoras, apenas uma parte do valor dos negócios.

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No dia 12, a autoridade reguladora anunciou que iria apertar as regras deste tipo de transacções para os investidores individuais. No dia seguinte, foi proibida a negociação com fundos emprestados. Isto levou os investidores a vender as posições, temendo que o mercado estivesse sobreavaliado.

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A liderar as perdas do mercado acionista asiático, estiveram os títulos ligados aos sectores financeiro e imobiliário, com a China Life Insurance a tombar 8,8% e a China Overseas Land & Investment a baixar 10%.

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Recentemente a China suspendeu todas a ofertas públicas iniciais e anunciou uma injeção de liquidez no mercado acionista, com o objetivo de travar as fortes quedas registadas.

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O Shanghai Exchange Composite, principal índice da Bolsa chinesa, encerrou a passada sexta-feira em forte queda, mais concretamente de 7%, num movimento de correção atribuída a uma recomendação do Morgan Stanley

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Fonte: Dinheiro Vivo

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